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SUMMARY:Corrida de Toiros em Moura
DESCRIPTION:Sempre Te Lembraremos…\n\n\n\n\n\n\n“José Maria Cortes nasceu em Lisboa\, a 23 de novembro de 1983. Filho de João Cortes\, antigo cabo do Grupo de Montemor\, desde cedo acompanhou o pai a corridas e treinos do grupo\, fazendo com que a sua paixão pelos touros e\, principalmente\, pelo Grupo de Montemor\, tenham crescido naturalmente. \n  \nFardou-se e pegou pela primeira vez a 23 de agosto de 2001\, na praça de touros das Caldas da Rainha. O seu à vontade em praça\, a calma com que citava os touros\, o seu poder\, a confiança que transmitia e o espírito de líder rapidamente o levaram a ser uma das referências do Grupo de Montemor e\, a 2 de setembro de 2007\, a assumir o lugar de cabo. \nDurante as 7 épocas do seu mandato manteve o Grupo de Montemor no topo do escalafón nacional\, sendo impossível não recordar o ano de 2009\, em que\, entre outros\, aceitou os desafios de pegar 6 graves no campo pequeno e 6 palhas em Évora\, tendo sido esta a sua época de maior destaque. \nEnquanto cabo reforçou a sua condição como um dos melhores forcados de cara da sua geração\, dando o exemplo pela forma como enfrentava os desafios sempre com um sorriso na cara\, sorriso esse que hoje recordamos. \nPelo forcado que foi\, mas principalmente pelo homem\, amigo e exemplo de vida\, hoje lhe prestamos esta sentida homenagem. \nZé Maria Cortes será sempre um nome reconhecido na Tauromaquia\, e uma referência no Grupo de Montemor. \nAté sempre e nunca te esqueceremos…” \nFoi este o texto lido ao microfone\, para toda a praça\, durante as cortesias da corrida de Moura\, antes do minuto de silêncio em memória do Zé Maria… Nesta que foi talvez a corrida mais difícil que o GFA de Montemor teve que pegar em toda a sua história\, este foi um dos momentos que recordamos… Mas houve muitos mais: \n– a presença do tio João Cortes\, da Joana e do António\, mostrando uma força sobrenatural; \n– a presença de tantos antigos elementos e amigos\, fundamental pelo apoio e força que deram aos elementos fardados; \n– os aplausos para o Zé Maria\, quando o grupo entrou para as cortesias; \n– o lugar dele nas cortesias\, “ainda e sempre…”; \n– o minuto de silêncio…; \n– a homenagem\, o brinde e todo o respeito e atenção que o Grupo de Moura demonstrou ter com o Zé Maria e com o GFA de Montemor; \n– os brindes emocionados dos cavaleiros João Moura\, Luís Rouxinol e João Salgueiro da Costa; \n– as três pegas do nosso grupo\, e não posso deixar de mostrar toda a minha admiração pela maneira como o fizeram. Naquele momento em que parecia que era o Grupo de Montemor que precisava de todo o apoio e força do mundo\, aconteceu o contrário\, e foram eles que nos deram um exemplo de coragem e união únicos\, foram eles que nos “empurraram”. Pegaram o Peco\, o Xico e o Romão\, mas todos os elementos fardados e não fardados foram fundamentais. Não tenho dúvidas que deixaram orgulhoso quem mais queriam impressionar\, e que foi a melhor e maior homenagem que podiam ter prestado ao nosso querido Zé Maria!; \n– a oferta do Manel dos Pêros ao seu Grupo\, oferecendo o Hotel onde se fardaram; \n– o jantar\, prova da grande família\, única\, que é o Grupo de Montemor; \n– os discursos; \n– e todos os pequenos gestos de que fomos alvos ao longo do dia\, que a todos tocaram e que não vamos esquecer… \nTambém o António V.C.\, apesar de novo e de ter assumido o papel de cabo antes do que todos nós esperávamos\, mostrou maturidade e conhecimento do grupo que comanda a partir de agora. Apesar da dificuldade do momento\, esteve sereno\, fruto também da confiança que este grupo de forcados lhe dá. Como foi dito nos discursos\, e com a protecção do Zé Maria\, será de certeza mais um dos grandes cabos do GFA de Montemor (como todos os que conheci). \nQuero pedir desculpa pelo atraso na crónica\, apesar dos telefonemas constantes do Tó Bocha. Mas não é fácil tentar dizer ou meter em palavras tudo o que senti neste dia\, nestes últimos tempos\, as saudades\, o que significas para nós… e continuo sem conseguir… mas descansa-me saber Zé Maria\, que eu\, e todos nós\, temos agora todo o tempo do mundo para falar contigo\, quando quisermos\, sempre que quisermos. E quando as saudades apertarem\, é isso que vou fazer\, fechar os olhos\, lembrar-me desse sorriso\, e falar contigo… \nPara terminar\, gostava de corrigir o texto que foi lido em Moura\, substituindo o “nunca te esqueceremos” por “SEMPRE TE LEMBRAREMOS…” \n  \nJoão Maria Cabral
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SUMMARY:Corrida de Toiros em São Cristóvão
DESCRIPTION:Corrida de Toiros em São Cristóvão\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nFui a São Cristóvão no dia 20\, dia em que faço anos\, levei a farda porque ia com a ideia de fazer uma gracinha! Já tinha avisado o António que levava a farda\, mas quando lá cheguei o António com um bocadinho de cerimónia me deu a entender que era chato para um ou dois elementos terem que ficar de fora para eu me fardar\, facto que aceitei prontamente\, até porque o fel dos animais da ganaderia em questão não é o mais apropriado para uma gracinha! Depois de os ver sair fiquei então muito contente de não me ter fardado! \n\nFiquei muito impressionado pela maneira como o António lidera o grupo\, transmite à vontade\, a maneira como falou antes da fardação sensibilizou-me bastante e depois as escolhas que fez pareceram-me a mim as mais acertadas!\n\nNão gostei nada dos toiros! Foi um curro muito complicado\, mas a que o grupo deu a volta com muita categoria\, e quem não viu a corrida e sabe do resultado que foram quatro toiros à 1ª tentativa\, um à segunda e outro à terceira pode pensar que foi uma corrida normal. Nada disso\, os toiros não eram francos\, tinham muita pata e não vinham com boas ideias.\n\nOs três primeiros toiros foram pegados à 1º tentativa pelo João da Câmara\, pelo João Braga ( vejam bem! o Braga à 1ª\, também era o único que vinha bem treinado de Alcochete ) e pelo Tiago Teles de Carvalho! Foram três pegões muito idênticos\, os forcados da cara a estarem muito bem\, valentíssimos\, a aguentarem a velocidade doida dos toiros! O Tiago teve que ir às silvas\, onde a boca já está seca e esteve enorme. E grandes ajudas que deram o J.P. \, o Quim Zé e o Mim.\n\nO quarto toiro foi pegado pelo Iko Barreto à 2ª tentativa. Foi pena porque faltou-lhe muito pouco para ter consumado à 1ª. Foi a pega que eu mais gostei. Foi o único que mandou vir o toiro quando eu percebi que o toiro estava pronto para arrancar! Assim que lhe bateu o pé o toiro arrancou prontamente\, diga-se de passagem que o toiro estava danadinho para arrancar ( assim como os outros todos\, menos o do Tiago) só não fazia ideia era o que faria um tipo de gorro e mãos à cintura na sua frente\, pois este teste não deve fazer parte do rol de opções naturais para avaliar a bravura dos novilhos como se faz em algumas ganaderias.\n\nNoel Cardoso também fez uma belíssima pega à 1ª tentativa! Noel teve a vida facilitada porque o toiro veio muito depressa e de qualquer maneira! O resto tem o Chinês\, cabedal e força com fartura! Rija pega\, acho que foi a melhor pega que lhe vi.\n\nPor fim\, o António Calça e Pina pegou à 3ª tentativa. Não entendeu bem o toiro\, ou melhor\, que eu não gosto de apaparicar\, não esteve bem e foi obrigado a lá ir três vezes para o pegar! Esta pega foi-me brindada a mim e ao Manuel Rovisco pelos nossos aniversários.\n\nSe esta actuação tem sido numa praça mais mediática teria outra repercursão!\n\nPara acabar\, quero dizer que foi o António Vacas de Carvalho que me pediu que escrevesse sobre esta corrida\, e o que aqui está escrito foi o que eu vi\, e a maneira como senti o que se passou! Se alguém não concordar peço que não me interpretem mal\, pois esta é a minha opinião\, e pediram-ma.\n\nPelo Grupo de Montemor venha vinho\n\nUm grande abraço\n\nFrancisco Zenkl
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SUMMARY:Corrida de Toiros nas Caldas da Rainha
DESCRIPTION:Corrida de Toiros nas Caldas da Rainha\n\n\n\n\n\n\nNo passado Sábado (27 de Julho) o grupo de Montemor rumou ao Oeste. Primeiro para a missa pelo nosso Cabo Zé Maria\, que nos encheu o coração de força e determinação\, e depois para a corrida nas Caldas da Rainha. \nA missa foi na bonita Quinta do Bom Sucesso\, onde o grupo recebeu a benção e interiorizou toda a energia que o Zé Maria sempre nos emanou. \nMais tarde foi para a casa da família Valério\, para então começar a fardação e dirigir-se à praça das Caldas. \nA praça estava bem composta e contava com a presença da Rita e João Cortes  e da família Abranches Costa\, bem como os muitos apoiantes do grupo que tanto têm apoiado nesta altura. \nOs toiros tinham cerca de 480 Kg\, embora não fossem grandes\, apresentavam algum temperamento para as pegas. \nPara o primeiro toiro da noite saltou o forcado João Caldeira\, com a responsabilidade de abrir a corrida\, brindou aos céus\, responsabilidade acrescida. O toiro durante a lide cumpriu\, mostrando apenas que poderia ter um primeiro derrote “bruto”. Assim foi\, o João citou bonito e mandou no toiro\, mas a seguir à  reunião o derrote foi forte demais e o Caldeira deu uma voltareta. Na segunda tentativa\, já mais prevenido\, aguentou o primeiro derrote e consumou a pega\, tendo que brigar porque o toiro tentou tirar a cabeça várias vezes. \nPara o segundo foi o Filipe Mendes que se falava que não pegava à muito tempo\, não deu mostras disso\, brindou à Rita e foi para o meio da arena. Embora o toiro não apresentasse grandes problemas o Mendes também não os provocou\, fazendo uma pega limpa e com bastante à vontade. \nPara o terceiro foi o Manel Ramalho\, que brindou à família Abranches Costa\, o toiro manso protegido em tábuas pedia que o forcado o fosse buscar\, e assim foi\, o Manel não o foi buscar arrancou-se a ele para o “comer”\, o toiro investiu ao segundo carregar do forcado que reuniu duro e alto\, depois levantou a cabeça com o Manel fechado na cara e de repente voltou para trás\, obrigando o rabejador Francisco Godinho a ajudar\, terminando assim uma bela pega. \nDepois da corrida o grupo voltou para a casa da família Valério\, onde foi recebido com um simpático jantar na piscina com vista panorâmica para o Oeste. \nQuero agradecer ao António o convite para acompanhar o grupo mais de perto\, \nE pelo Zé Maria e pelo Grupo de Montemor venha vinho\, \nUm grande abraço\, \nRodrigo Pietra
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